Os bastidores do colégio Elite Way, as últimas da vida amorosa dos
alunos e professores e os barracos que movimentam a trama de "Rebelde"
podem começar e acabar em qualquer cenário da novela, mas sempre passam
pela cantina onde trabalha Pingo (Sylvio Meanda), o fofoqueiro do bem.
Capítulo a capítulo, ele prova que todo esse conhecimento não está em
mãos erradas.
— Pingo é legal. Foi o primeiro a ajudar os rebeldes, conseguindo a
chave para o porão onde eles ensaiam. Demonstrou muita preocupação e
tentou ajudar Carla no problema com a bulimia. Ele quer ver todo mundo
feliz — diz Sylvio Meanda.
Acostumado a papéis de comédia, Sylvio conta que gostaria de interpretar
um personagem do mal, que além de fofocar com más intenções, pudesse
matar, tramar e tudo o mais.
— Adoraria ter aquela gargalhada de vilão — conta o ator.
Apesar disso, ele condena os comentários maldosos e confessa que já até sofreu com isso.
— Quando exercemos uma profissão que nos coloca em evidência, viramos alvo fácil.
Ele repudia a fofoca do mal, mas, como Pingo, adora a do bem, e diz que
no elenco de "Rebelde", só os comentários bondosos circulam.
— Assim eu acredito e prefiro continuar acreditando — brinca Sylvio.